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Marília, 26 de junho de 2017
WILSON ALVES DAMASCENO - PSDB
Vereadores
19ª LEGISLATURA

Presidente Atual
WILSON ALVES DAMASCENO
CÍCERO CARLOS DA SILVA - PVDANILO AUGUSTO BIGESCHI - PSBEVANDRO DE OLIVEIRA GALETE - PODEJOÃO DOS SANTOS DINIZ NETO - PHS
JOSÉ CARLOS ALBUQUERQUE - PRB
JOSÉ LUIZ ZACHARIAS DE QUEIROZ - PSDBLUIZ EDUARDO NARDI - PRMARCOS JOSÉ CUSTÓDIO - PSC
MARCOS SANTANA REZENDE - PSD
MÁRIO CORAÍNI JÚNIOR - PTBMAURÍCIO ROBERTO - PPSILVIA DANIELA DOMINGOS D'AVILA ALVES - PR
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Sessão Ordinária

26/06/2017 - segunda-feira - 17H

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VEREADOR
Vereador eleito para o mandato da 19ª LEGISLATURA de 2017/2020

Dados do Vereador(a)
Nome MÁRIO CORAÍNI JÚNIOR
Nome Parlamentar Mário Coraíni Júnior
Partido PTB
Votos 2632
Aniversário 01-01
Cargos
MESA DA CÂMARA
    Comissão de Agricultura, Indústria e Comércio
        Cargo - MEMBRO
    Comissão de Educação e Cultura - CEC
        Cargo - VICE-PRESIDENTE

Contato: mariocoraini@camar.sp.gov.br
Telefone do Gabinete: (14) 2105-2039
Clique aqui para entrar em contato.

Proposições

História do Vereador
Nascido em 1º de janeiro de 1936, na cidade de Botucatu, Estado de São Paulo; casou com Marilena Serva Coraíni, no dia 22 de dezembro de 1959, e com ela teve três filhos, Gustavo Adolfo Mesquita Serva Coraíni, Milena Mesquita Serva Coraíni e Humberto de Alencar Mesquita Serva Coraíni.

Professor Universitário, Advogado, foi Diretor do Daem na Administração 1993/1996 e vai cumprir o quinto mandato.

Foi Vereador da Câmara Municipal de Marília nos mandatos de 2001 a 2004, 2005 a 2008, 2009 a 2012 e de 2013 a 2016.

Foi reeleito vereador, para a 19ª Legislatura, 2017-2020, com 2.632 votos pelo Partido Trabalhista Brasileiro - PTB.


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Uma história de amor à educação!

Mário Coraíni Júnior, agora, é Professor Emérito do Univem. A merecida homenagem ao mestre de tantas jornadas contou com a presença de professores, estudantes, funcionários e dirigentes da instituição, parentes e autoridades do município. O lançamento do livro "Finanças Públicas e Direito Financeiro" foi um dos destaques da cerimônia.

No quadro docente do Univem desde 1975, Mário Coraíni Júnior carrega na bagagem um infinito amor à arte de ensinar. Nestes 37 anos na casa, ajudou a formar centenas de advogados, juízes, promotores, procuradores e outros profissionais da seara jurídica.

O respeito e o reconhecimento de seus alunos manifestam-se, entre tantas formas de reconhecimento, pelos 20 títulos de "paraninfo", 14 de "patrono" e 12 de "nome de turma".
Na noite de 15 de junho de 2012, o Univem conferiu a Coraíni o merecido e definitivo título de "Professor Emérito", honraria aprovada pelo Conselho Universitário (Consu) em 31 de agosto passado, conforme a Resolução nº 03/2011. Na mesa, estavam presentes dirigentes do Univem e autoridades do município. Na plateia, parentes do homenageado, professores, membros dos órgãos colegiados da instituição (Consu e Cepe) e estudantes.

Conduzindo a cerimônia, Ivan Evangelista Júnior, chefe de gabinete e gerente de Marketing do Univem, convidou Coraíni a entrar no salão nobre, ladeado por colegas docentes. Emoção e muitas palmas ao mestre querido.

Em seu discurso, o reitor Luiz Carlos de Macedo Soares lembrou o início da trajetória do professor Coraíni. "Ele ainda veste o guarda-pó branco com o mesmo orgulho de quando começou sua carreira docente, aos 20 anos de idade. É um professor por vocação, por paixão", enfatizou o reitor. "Em nome da mantenedora, dos meus colegas pró-reitores, docentes e do corpo discente, receba este título como nossa mais sincera gratidão por todos estes anos de convívio, por todas as suas obras não escritas em páginas impressas, mas escritas no livro da vida de muitos de nós aqui presentes e de tantos outros ex-alunos, ausentes deste auditório mas na sintonia das nossas vibrações", sintetizou Macedo Soares.

Feição marcada pela emoção mal contida, o agora professor emérito do Univem resgatou em seu discurso os nomes de todos os professores que passaram por sua formação, dos primeiros anos aos cursos universitários, em mais um ato de valorização da profissão abraçada por ele há tantos anos.
"Nunca escondi a satisfação que sinto ao ser chamado de professor e o imenso orgulho de ser conhecido como um dos professores desta nobre e gloriosa Instituição, que prezo tanto, a ponto de, por inúmeras vezes, em sala de aula, compará-la a um templo sagrado", destacou Coraíni.

Entre outros, o homenageado fez questão de prestar agradecimentos especiais aos pais, Eliza Rodrigues Coraíni e Mário Coraíni, "insuperáveis exemplos de amor à família e de dedicação ao trabalho"; à esposa Marilena, "dedicada amiga e corajosa companheira de todas as horas; ao amigo e professor José Antônio Maryssael de Campos, que lhe "propiciou o ingresso na carreira do magistério" e o orientou no exercício da advocacia; ao amigo Luiz Carlos de Macedo Soares e "a todos os dedicados e abnegados dirigentes, de hoje e de ontem", da Fundação Eurípides, mantenedora do Univem.


Trajetória marcada pela docência


Docente com mais tempo de casa, Mário Coraíni Júnior é parte dos quadros da instituição desde maio de 1975. Ele é graduado pela segunda turma de Direito da Fundação Eurípides - Univem, formado em 1974. Também é licenciado em Matemática e Estatística, em Ciências Econômicas e em Administração de Empresas, com pós-graduação em nível de Especialização em Direito Tributário pelo Univem, pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco - USP e pela Faculdade de Direito da PUC/SP.
A dedicação à arte de ensinar começou cedo, como professor de Matemática nos antigos cursos Ginasial, Clássico e Científico de instituições de ensino de Marília, Garça e Duartina.

Coraíni também atou como Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo, de 1961 até sua aposentadoria, em 1991, tendo exercido nesse período as funções de Chefe do Posto Fiscal Estadual de Bastos, Chefe do Posto Fiscal Estadual de Marília, Inspetor Fiscal Substituto de Marília, Assistente Fiscal e Delegado Regional Tributário Substituto da Delegacia Regional Tributária de Marília. Também atuou como Diretor Executivo do Departamento de Água e Esgoto de Marília-SP - DAEM, no período de 1993 a 1996. Milita como advogado na área tributária desde 1991, como sócio do Escritório de Advocacia "Coraíni e Vieira Advogados Associados".

Elegeu-se a vereador pela Câmara Municipal de Marília pela primeira vez em 2001, tendo sido reeleito para as legislaturas de 2005 a 2008 e 2009 a 2012. Presidiu várias comissões parlamentares de inquérito (CPIs).
É autor de duas obras: 'Direito Financeiro', pela Editora Seleções Jurídicas, em 1978; e o recém-lançado 'Finanças Públicas e Direito Financeiro', pela Editora Letras Jurídicas, em 2012.


O livro


Editado pela "Letras Jurídicas" e lançado na noite de 15 de junho, o livro "Finanças Públicas e Direito Financeiro" soma mais um título à "Coleção Univem e tem como público alvo os iniciantes no estudo de ambos os temas, disciplinas que o autor considera "indispensáveis à formação do bacharel em Direito, do administrador público, bem como do político e de todos os que se dedicam a atividades relacionadas com a administração pública".

A alma educadora do autor levou-o a doar um exemplar para cada um de seus alunos do quinto ano de Direito do Univem.
Parabéns, mestre querido!


(Texto publicado na edição de junho 2012 do Jornal do Univem)

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O Vereador Mário Coraíni Junior, festejando o aniversário de sua esposa Marilena e comemorando o Dia dos Namorados, ofereceu a ela este poema.


TRIBUTO DE AMOR À MARILENA

Já cinquenta e seis anos são passados instante em que te vi, a vez primeira.
Antevéspera dos anos dourados, no final de um feliz mês de setembro,
desfilavas graciosa, tão faceira, sob céu estrelado, bem me lembro.

Porte altivo, imagem sobranceira, semblante meigo, mas, olhar seguro,
sob a luz do luar, toda entretida, seguias a passeio na avenida,
vestida de veludo azul-escuro realçando, em decote, o busto branco.

Ao te ver, respondendo ao meu olhar, com a pureza de alma refletida
no sorriso aberto, alegre e franco, o que mais poderia eu desejar,
se os anseios, com a senda indefinida,tornaram-se esperança perseguida?

Era só esperança, mas, no entanto, foi sublime a emoção então sentida.
Ali estavas, radiantemente linda, espargindo ao redor o teu encanto
e meus olhos não tinham visto, ainda, beleza igual e nem fascínio tanto.

A noite estava clara e enluarada, com o céu cravejado de brilhantes,
em esplendor, por mim, não visto antes. Tua imagem, assim, iluminada,
em diáfano véu de luz prateada, vejo, ainda, em sonhos deslumbrantes.

Por isso não me dei por surpreendido, Ao saber, após tempo decorrido,
que a pessoa por quem me apaixonara e por quem continuo apaixonado,
títulos de reinado conquistara pelo brilho invulgar com que se houvera.

Primeiro, rainha da primavera, a evocar florescências deslumbrantes
da mais linda estação da natureza; e, depois, rainha dos estudantes,
a exaltar, com o culto à beleza, venturosa fase da vida humana.

É essa sedução que ainda emana da beleza até hoje ostentada,
por quem é minha eterna namorada, de brilho fascinante no olhar
e serena meiguice no sorriso, que me faz dessa noite recordar.

Reviver esse doce encantamento, que, então, sem alerta ou sobreaviso,
foi capaz de, em tão fugaz momento, marcar profundamente a minha vida,
é sentir, com maior deslumbramento emoção, na saudade, renascida.

É ter de novo a noite consumida, acordado, em ardente devaneio,
compelido, por lei do coração, pagar tributo em tua devoção,
dizendo que foi sempre com anseio, que vivi recitando esta oração:

"No brilho de teus olhos sonhadores, viver, sonhar, morrer, amor quisera;
viver de amor, sonhar, morrer de amores, cuidando ser feliz em mim impera,
a iluminar a sina que me espera, o brilho de teus olhos sonhadores.

Teu riso que ressoa uma alvorada por toda minha vida, dia a dia,
hei de ouvir, qual divina melodia, em coro, pelos anjos entoada.
É a voz de tua alma, em alegria, teu riso que ressoa uma alvorada.

Os teus gestos gentis encantadores, teus abraços repletos de carinho,
capazes de aliviar os meus temores, afastando-me as pedras do caminho,
haverei de na vida recebê-los, suavemente alisando os teus cabelos
e sentindo que nunca estou sozinho."

A história, deste amor deslumbramento que aflorou no meu peito de repente
num instante feliz de encantamento e perdura assim resplandecente,
cada vez, dia a dia, mais crescente, em mim não cairá no esquecimento.
É história de amor aqui presente, que haverá de existir eternamente.

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O vereador Mário Coraíni Júnior escreveu este poema em homenagem póstuma à sogra Romilda Albertoni Serva, falecida aos 94 anos em 15 de dezembro de 2014.

À UMA QUERIDA DAMA

Dona Romilda partiu,
Sem poder dizer adeus,
Discreta nos modos seus,
Como era de seu feitio,

Nem choro ou lamento seus,
Pode alguém dizer que ouviu.
Deixou enorme vazio;
Está mais perto de Deus.

De berço bem educada
E apegada à religião,
No Sagrado Coração
Foi por freiras orientadas

De formação refinada,
Dama de muitas virtudes,
Enfrentou vicissitudes
Sem jamais ser derrotada.

Afastou mil empecilhos.
Com muita desenvoltura,
Coragem,luta e bravura
Criou e educou seus filhos.

Mas, sete dias atrás,
Cumprida a sua missão
Deus parou seu coração
E, afinal, deu-lhe paz.

Semblante altivo e sereno,
Todos seus entes queridos,
Ao seu redor reunidos,
Viram seu último aceno:

Entreabertos os lábios seus,
Leve sorriso na face.
Prá nova vida renasce
Mais perto agora de Deus.
Diante da falta sentida,
Júlia, a bisneta querida,
De imediato é quem avisa:

Foi pro céu a minha bisa.
Foi, de avião viajar.
Mas logo ela vai voltar.

Marília, 21 de dezembro, de 2014

Mário Coraíni Júnior